domingo, 10 de agosto de 2008

Rasgada à vida


Entro nesses templos que encontro por aí, para sentir-lhe os aromas.aromas antigos, de tempo antigo, de uma gente antiga.Transmuto a aúrea daqueles lugares misteriosos. O faço para sentir a vida rasgada que corta-me em sentimentos. Não irão me derrotar os que julgam que não sou capaz de Costurar-me.
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uma imagem de duarte almeida

1 comentário:

Madalena disse...

Não sou muito dada a corte e costura mas... até os antigos marinheiros das naus, sabiam costurar as farpelas, rompidas na faina. Há tantos anos!