terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Bruma


O meu amor, nesses dias é silêncio de bruma.
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uma imagem de Emanoel Araujo

sábado, 24 de janeiro de 2009

Pacto


Pedaço de floresta
ainda por descobrir.
Teu nome , tua sombra
não ficarão deixados ao chão.
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uma imagem de Lanfrancofish

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ao Longe

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Escondido de si.
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uma imagem de Anadelmann

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Estação Dark


Intranquilas as sombras na Estação.
É o ar da noite
Tudo se faz presente, Estação.
Passado puxado para trás.
Profundo é este lugar
Onde ficam pesadelos de quereres e pensares.
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uma imagem de Francisco Mendes

Meio Termo


Completa;
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uma imagem de José Duarte

O Simbolo de Barack Obama




É o momento de se colocar toda
a pessoa humana no centro das preocupações.
E o fazer da forma menos selvagem possível.
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domingo, 18 de janeiro de 2009

Solidão


Penso, corpo triste deixado por todo o lado
Orgulho quase não se encontra
Somente uma mão largada
que me fez punhal.
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uma imagem de Niceeatcheese

Coisas


Porque gostei
Achei interessante.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Esconderijo



Quando a concha encerra.

Olhos mergulhados no mar dos teus olhos.

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uma imagem de Dianathings

o que Quero



eternidade..........
Vou lhe amar ainda que os dias NÃO PASSEM!!
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uma imagem de gonçalves

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Leituras de Gaza


Palestina

Os que apóiam essa guerra apóiam o horror .
Continua aqui:http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=f6b5f8c32c65fee991049a55dc97d1ce&cod=2990
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E Nós ? Escondidos em nossas conchas só lemos e nos comovemos?
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_ uma imagem de Falcon Ely

domingo, 11 de janeiro de 2009

Leituras de Gaza

Palestina

"Quantos mortos ainda para vocês se sentirem cidadãos de Gaza?"
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Continua aqui:
http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=af44c4c56f385c43f2529f9b1b018f6a&cod=2971


sábado, 10 de janeiro de 2009

Mu lher




Mulher

Mulher minha

Mía mulher

Minha

Mulher,

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Vou atirar uma bomba ao destino*

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Aquele que não quero seguir

Aquele que me recuso ceder

Aquele cujo passado me foi revelado

Aquele cujo futuro me é negado

Aquele cujo presente já não representa nada

Não pra mim

Vou me recusar a aceitar o destino

Determinado por aqueles que não sabem nada de mim

O que aprendi e tudo que teci

Foge largamente do destino que

Prepararam pra mim

Numa mesa que sentar não escolhi

Num lugar que viver não pretendi

Não entendo de lares

Não entendo de proposições e intricadas relações familiares

Por isso

Vou atirar uma bomba ao destino

O destino reservado por alguns a mim

Não aceito as regras

Nenhuma daquelas que não seja feita por mim

Não aceito rendições

Não aceito conformismo

Por isso não posso aceitar

Que determinem um destino para mim

Sou um dharma por aí

Viajante só por mim

Não possuo segredos

Não vou me redimir

Não quero dogmas

Não entendo de cruzes

Não adentro templos

Lá não estão as respostas

Lá persistem os destinos

Um destino que não quero pra mim

Sou meu guardião

Sou real só de mim

Não gosto da fumaça, da água cruzada por dedos

Mãos que não compreendem

Começo , meio e fim

Não caminho por sobre seus degraus

Não aceitos suas meias-verdades

Porque só acredito no que está dentro de mim

Vou atirar uma bomba ao destino

Vou me partir em pedaços

E cada um deles será para viver

Sem crenças

Sem degredos

Sem o terror

Que um destino pré determinado marca

Vou me partir em desejos

Pois destino marcado

Não serve pra mim

Vou atirar uma bomba ao meu destino

Seguir adiante

No tempo que escolhi

Sem destino para mim.


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* a frase é de Álvaro de Campos.

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uma imagem de semimortal


domingo, 4 de janeiro de 2009

Solta as amarras


Meu ponto fraco
Amarras de gritos soltos
Não os dou - esse prazer vazio
São prazeres soltos, São prazeres mistos
Austeros prazeres
A devorar
Preencher o nada
Ela tem que o querer.
Que a satisfaça
A sua fome de apreender
A sua fome de prazer.

A Sincronicidade.




O vento moveu uma folha no seu jardim
Essa folha alterou a velocidade
Nesse dia minha percepção não estava distraída
Senti daqui o cheiro que exalou
dessa folha que se movera do seu jardim
e então
algo mudou para sempre.
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uma imagem de xiscao

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Revoluções???


No dia 20, a Bolívia se tornará o terceiro país da América Latina a erradicar o analfabetismo. O primeiro foi Cuba, em 1961. Depois, foi a vez da Venezuela, em 2005. E, justamente com a ajuda de cubanos e venezuelanos, o governo do presidente Evo Morales, em menos de três anos, pôde ensinar 820 mil pessoas a ler e escrever. O método utilizado foi o “Yo, sí puedo”, criado pela Revolução Cubana, que também contribuiu com assessores e equipamentos.Na entrevista a seguir, o cubano Javier Labrada Rosabal e o boliviano Pablo Quisber, ambos coordenadores do programa de alfabetização, explicam o método e contam como o projeto se desenvolveu e foi implementado na Bolívia.


Tenho por hábito pela manhã ler jornais, de vários países, através da internet . Ao entrar no site do Pátria Latina deparei-me com esta notícia acima. O artigo seguido de uma entrevista, dá-nos uma boa reportagem sobre o fim do analfabetismo na Bolívia. Já não era sem tempo. Posto que o analfabetismo na Amnérica do Sul é algo alarmante. Mas na verdade não foi esse fato em si que me chamou a atenção.


Curiosamente o que chama a atenção nesta matéria é exatamente o nome do programa de combate ao analfabetismo criado pela Revolução Cubana: "Yo, sí puedo" . Não domino o espanhol mas numa tradução literal seria algo como: "Eu, sim poder" - mas numa tradução mais livre poderia ser lido dessa forma: "Sim, eu posso". Considerando que a frase incita a todos saberem que é possível em qualquer idade aprender a ler.

Lembrei-me de ver algo assim em algum lugar e ... Não demorei muito para que me viesse a mente ... "Yes, we can" - o slogan da Campanha do Senador Barack Obama, hoje presidente dos EUA eleito. A tradução é simples : "Sim, nós podemos". As duas frases só contém uma diferença, uma está no singular outra no plural.

Que coincidência!

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uma imagem de Rizalgeo

2009


Tudo não é Simples!

2009 é o início.
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uma imagem de Bob fornal